Lá onde o tempo não passa...Não passa porque não conta.
Não conta porque não sabe...
E mesmo se soubesse, não seria preciso.
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Lá estendi minhas roupas, meus sapatos,
e até meu relógio, artefato ultrapassado.
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Lá, sentei-me numa taubinha,
enconstei a ponta de meu pé no rio lento,
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Lá estendi minhas roupas, meus sapatos,
e até meu relógio, artefato ultrapassado.
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Lá, sentei-me numa taubinha,
enconstei a ponta de meu pé no rio lento,
e atirei uma pequena pedra no horizonte perto-distante.
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Senti um frio que não era gelado;
Senti uma falta de ar que não era o meu ar;
Senti um fim que não era a morte:
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Era o Encontro que se encontraria com um perdido!?
Era o Espelho que tornaria nua minha nueza!?
Era o silêncio que calaria meu ruído mudo!?
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Senti um frio que não era gelado;
Senti uma falta de ar que não era o meu ar;
Senti um fim que não era a morte:
.
Era o Encontro que se encontraria com um perdido!?
Era o Espelho que tornaria nua minha nueza!?
Era o silêncio que calaria meu ruído mudo!?
Eu não sei.
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Ergui-me,
.
Ergui-me,
não pelos meus pés,
Mas sobre meu ser.
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Respirei, mas não o ar atmosférico, não o ar que infla os pulmões,
Mas o ar que enche a consciência de terna luz.
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Estendi minhas mãos para o além.
Agarrei-me no vazio de minha raza profundeza.
Mas sobre meu ser.
.
Respirei, mas não o ar atmosférico, não o ar que infla os pulmões,
Mas o ar que enche a consciência de terna luz.
.
Estendi minhas mãos para o além.
Agarrei-me no vazio de minha raza profundeza.
.
Silêncio.
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Inquietei-me,
Aquietei-me,
Virei-me, e mais uma vez, levei dentro de mim
A escuridão como luz
O silêncio como resposta.
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(by Charles, fevereiro de 2010 )
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