“À tarde saí para a velha estrebaria com o Livro dos Provérbios e, na verdade, toda a Bíblia; fiquei perambulando pelo mezanino de guardar o feno, onde falta um bom pedaço do telhado. Uma das tábuas do piso, meio podre, cedeu ao meu peso e quase despenquei. Depois sentei e, olhando para as montanhas e as nuvens cinzentas, não consegui ler nada. Quando as moscas começaram a incomodar demais, passeei sem rumo pelo pasto baixo e sentei-me perto do muro lindeiro, na borda de uma banheira deteriorada que ali estava para servir de bebedouro aos cavalos.
Um cano atravessa o muro e a água flui abundante para a banheira, vinda de uma fonte situada em algum lugar do bosque, e ali também não consigo ler. Apenas ouço a água límpida fluindo, olho para o estábulo caindo aos pedaços sobre a colina à minha frente e permaneço pasmado de alegria e oração.”
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Um pensamento para reflexão: “Uma manhã depois da outra, tento estudar o 6º Capítulo de São João e ele é grandioso demais. Não consigo estudá-lo. Simplesmente sento quieto e tento respirar.”
Entering the Silence, Thomas Merton
Um cano atravessa o muro e a água flui abundante para a banheira, vinda de uma fonte situada em algum lugar do bosque, e ali também não consigo ler. Apenas ouço a água límpida fluindo, olho para o estábulo caindo aos pedaços sobre a colina à minha frente e permaneço pasmado de alegria e oração.”
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Um pensamento para reflexão: “Uma manhã depois da outra, tento estudar o 6º Capítulo de São João e ele é grandioso demais. Não consigo estudá-lo. Simplesmente sento quieto e tento respirar.”
Entering the Silence, Thomas Merton
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